Nada mais estranho e absurdo alguém andando de lá para cá e em círculos e falando como se gritasse ao telefone. Ao que parece e que se pode deduzir é que a ligação está ruim e como ele(a) não ouve tem a necessidade de gritar.
A pessoa envolvida não percebe mas a cena é ridícula.
O problema é que ele(a) corre o risco de ter uma multidão participando da conversa senão com palavras, mas com os ouvidos.
Um dia desses, estava eu em um ônibus, era domingo e ia para uma prova de concurso municipal em educação. Ocorre que neste tipo de situação grande parte das pessoas ali no ônibus iam todos para o mesmo lugar.
Eu havia levado duas canetas de material transparente e que escrevia na cor preta, por que era exigência do concurso, costumo levar canetas deste tipo para distribuir para pessoas desavisadas que não lêm o regulamento.
Como no dia eu havia levado apenas duas canetas, uma ficou logo no ponto de ônibus antes que ele chegasse...
Quando eu estava à espera do ônibus logo chegou um casal de jovens, a jovem tinha no bolso da calça jeans duas canetas de tinta azul e eu, sem aproximar muito perguntei se ela ia para o concurso e a resposta foi afirmativa. Expliquei-lhe que era obrigatório o uso da caneta de tinta preta mas indulgente afirmei que a maioria das pessoas não liam o regulamento completo e eu lia aspectos importantes (de forma dinâmica sem lhe explicar essa parte)
Emciumadamente o jovem entrou na conversa e perguntou se eu venderia uma das minhas canetas e eu respondi não a ele mas à ela dizendo que era melhor que trocássemos as canetas eu daria a ela a de cor preta e ela me daria a de cor azul e assim foi feito.
Na verdade eu não tinha percebido a "marra" do jovem preocupado em simplesmente ajudar, ele havia dito que lia todos os regulamentos, então eu disse muito bem, é o que se deve fazer.
Desfeito a marra, ele me pedira as instruções que fazem parte do comprovante de instrução e que vem com o endereço para o concurso...
Eu quis ajudar e fui mal interpretado, uma semana antes eu tinha participado de uma dinâmica para selecionar candidatos para emprego em uma grande empresa da cidade de Goiânia e lá emprestei seis canetas...
Continua no próximo post: CELULAR - Estatus II
A pessoa envolvida não percebe mas a cena é ridícula.
O problema é que ele(a) corre o risco de ter uma multidão participando da conversa senão com palavras, mas com os ouvidos.
Um dia desses, estava eu em um ônibus, era domingo e ia para uma prova de concurso municipal em educação. Ocorre que neste tipo de situação grande parte das pessoas ali no ônibus iam todos para o mesmo lugar.
Eu havia levado duas canetas de material transparente e que escrevia na cor preta, por que era exigência do concurso, costumo levar canetas deste tipo para distribuir para pessoas desavisadas que não lêm o regulamento.
Como no dia eu havia levado apenas duas canetas, uma ficou logo no ponto de ônibus antes que ele chegasse...
Quando eu estava à espera do ônibus logo chegou um casal de jovens, a jovem tinha no bolso da calça jeans duas canetas de tinta azul e eu, sem aproximar muito perguntei se ela ia para o concurso e a resposta foi afirmativa. Expliquei-lhe que era obrigatório o uso da caneta de tinta preta mas indulgente afirmei que a maioria das pessoas não liam o regulamento completo e eu lia aspectos importantes (de forma dinâmica sem lhe explicar essa parte)
Emciumadamente o jovem entrou na conversa e perguntou se eu venderia uma das minhas canetas e eu respondi não a ele mas à ela dizendo que era melhor que trocássemos as canetas eu daria a ela a de cor preta e ela me daria a de cor azul e assim foi feito.
Na verdade eu não tinha percebido a "marra" do jovem preocupado em simplesmente ajudar, ele havia dito que lia todos os regulamentos, então eu disse muito bem, é o que se deve fazer.
Desfeito a marra, ele me pedira as instruções que fazem parte do comprovante de instrução e que vem com o endereço para o concurso...
Eu quis ajudar e fui mal interpretado, uma semana antes eu tinha participado de uma dinâmica para selecionar candidatos para emprego em uma grande empresa da cidade de Goiânia e lá emprestei seis canetas...
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